O
fim dos tempos;
O que é:
O fim dos tempos nada mais é do que a renovação
do mundo, os "Céus novos e terra nova"
aos quais se referem as Escrituras, a volta gloriosa
de Jesus, como Rei do universo.
Quando será:
A Santa Igreja, a quem o próprio Jesus
delegou infalibilidade em matéria de fé
diz que já estamos "na última
hora.".
Não se desespere, pois estamos à
espera de Jesus desde a Sua Ascenção.
A renovação do mundo está definitivamente
decretada e a volta de Jesus é cada vez mais
próxima.
É por isso que a Igreja insiste tanto em
dizer que é tempo de conversão, pois
temos pouco tempo. Tudo o que sabemos é que
Ele virá "como um ladrão na noite".
Ou seja, ninguém sabe quando. Pode ser amanhã,
pode ser hoje à noite, pode ser daqui a um
ano, ou dois, ou dez...
O interessante é que ninguém deve
ser bobo de esperar para ver pois, quando Ele voltar
em Sua glória, não haverá mais
tempo para conversão e choros.
A Igreja reconhece que, antes da volta de Cristo,
ela deverá "passar por uma provação
final que abalará a fé de muitos crentes."
Ela, como esposa do Cordeiro, deverá sofrer
o mesmo caminho de Cristo, sendo crucificada e,
posteriormente, glorificada (Catecismo da Igreja
Católica, parágrafo 675).
O movimento da Nova Era é um dos elementos
responsáveis pela provação
final da Igreja ao qual o Catecismo se refere. Por
isso a Igreja é contra ele. É uma
arma do demônio para desvirtuar a fé.
Quem é o Anticristo:
Muito tem sido falado a este respeito na mídia
em geral. Uns dizem que é fulano, outros
dizem que é sicrano...
A Igreja, oficialmente diz que o anticristo não
é uma pessoa, e sim uma "impostura religiosa",
ou seja, uma crença: a Nova Era.
Diz o Catecismo da Igreja:
"Antes do advento de Cristo, a Igreja deve
passar por uma provação final que
abalará a fé de muitos crentes. A
perseguição que acompanha a peregrinação
dela na terra desvendará o "mistério
de iniquidade (perversidão)" sob a forma
de uma impostura religiosa que há de trazer
aos homens uma solução aparente a
seus problemas, à custa da apostasia (negação)
da verdade. A impostura religiosa suprema é
a do Anticristo, isto é, de um pseudo-messianismo
em que o homem glorifica a si mesmo em lugar de
Deus e de seu Messias que veio na carne."
Repare que a expressão "isto é"
indica explicação. Assim, o Anticristo
já está definido pela Igreja.
Alguns "sites não
católicos" falam demais:
A Santa Igreja é a "coluna da verdade
e o sustentáculo da fé" (Apóstolo
Paulo).
Se lermos Mateus, capítulo 16, versículos
18 a 19 e João, capítulo 21, versículos
15 a 17 veremos que a Igreja é infalível
em matéria de fé e que jamais o demônio
irá vencê-la.
No Catecismo da Igreja Católica, da Editora
Vozes, documento aprovado pelo próprio Papa
João Paulo II e pelo Cardeal Hatzinger, o
Papa diz: "Este Catecismo lhes é dado
a fim de que sirva de texto de referência
seguro e autêntico para o ensino da doutrina
Católica." Assim sendo, tudo o que for
veiculado seja por Internet, rádio, TV, jornais,
revistas, panfletos, etc, que vá contra o
conteúdo deste livro não é
verdade.
Há alguns sites mancionando o dia da vinda
de Cristo, o que exatamente acontecerá, como
exatamente será, etc. Ora, esses dados nem
a Igreja possui. Aliás Jesus foi bem claro
ao dizer que "ninguém sabe nem o dia
e nem a hora."
Além disso, se a Igreja corresse algum risco
em suas crenças o Papa poderia hoje mesmo
declarar algum dogma de fé "ex catedra",
ou seja, uma verdade que pode ser proclamada por
um Papa sem um Concílio e que jamais pode
ser derrubada.
Cardeais como Hatzinger, da Sagrada Doutrina da
Fé, têm difundido através de
inúmeros documentos a verdadeira fé
Católica, batendo de frente contra movimentos
como a própria Nova Era. Tomemos como exemplo
a Declaração "Dominus Iesus."
O documento têm sido amplamente criticado
por sua radicalidade na doutrina. Isso porque o
Cardeal nada mais fez do que reunir num só
documento os dogmas de diversos Concílios.
Devemos buscar informações oficiais,
sob o risco de vivernos num pânico sem motivo
e na falta de responsabilidade quanto às
obrigações materiais de nossa família.
Há várias aparições
da Virgem Maria no mundo. Muitas são reais,
mas muitas são irreais. Enquanto a Igreja
não aprová-las devemos crer que não
são reais.
Maria não faz nada por si só. Ela
precisa do consentimento de Deus para aparecer.
A Igreja é a "cátedra da verdade."
Assim, como poderia Deus enviar Maria para dizer
algo que vai contra a doutrina daquela a quem o
próprio Cristo deu as chaves do Céu?
É um paradoxo.
Portanto, irmão, confia na tua Igreja, segue
seus mandamentos e você só terá
lucros.
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