MILAGRE
ANUAL DO SANGUE DE SAN GENNARO (SÃO JANUÁRIO)
São Januário (também
conhecido como San Gennaro), bispo de Benevento, cidade
situada a 70 km de Nápoles, foi martirizado durante
a perseguição de Diocleciano, juntamente
com seis clérigos de sua diocese: Santos Sósio,
Próculo, Festo, Desidério, Eutíquio
e Acúrcio. Lançados ao fogo, as chamas,
milagrosamente, não os feriram. Expostos às
feras, estas também os deixaram ilesos. Foram,
por fim, decapitados.
Após dezessete séculos o sangue de São
Januário ainda se liquefaz, aumentando de volume
e tomando a coloração avermelhada de sangue
recém-derramado, na frente de inúmeras pessoas,
três vezes por ano, em datas certas nos meses de
maio, setembro e dezembro.
São Jaunuário e mais seis de seus companheiros
foram decapitados em 305 por serem cristão e se
recusarem a oferecer sacrifícios aos deuses pagãos.
Uma devota chamada Eusébia recolheu em uma ampola
o sangue do grande santo.
Esta ampola contendo o sangue de São Genaro conserva-se
até hoje na Catedral de Nápoles, na Itália,
e atrai multidões para ver o grande milagre que
ocorre no dia consagrado ao santo quando todos os presentes
na igreja podem ver que nas paredes da ampola, o sangue
está coagulado e durante a cerimônia o povo
aguarda o grande milagre, que ocorre após a celebração:
o sangue começa a se liquefazer e borbulhar na
frente de todos presente.
Em 1986, uma equipe de seis especialista, sob a direção
do Professor Dr. Píer Luigi Baima Bollone, da Universidade
de Turim, e mais 80 especialistas de todo mundo, concluíram:
que trata-se de sangue humano.
Como explicar que, após dezessete séculos,
esse sangue do mártir mantenha-se em perfeito estado?
Só pode ser um grande milagre.
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